Partos prematuros e abortos podem ser causados por infecções

O sistema imunológico de uma gestante é mais frágil e, por consequência, tem mais propensão a infecções.

Confira a matéria com participação da Dra. Melissa Cavagnoli, no Jornal Diário do Nordeste em 21/07/2016.

A matéria está está disponível no portal do Jornal Diário do Nordeste. Clique aqui e acesse a matéria no portal.

Clique na imagem abaixo e leia a matéria:

          Revista Crescer (2)              

Dra. Melissa Cavagnoli, diretor do Grupo Huntington.

Melissa

A diferença da gravidez aos 20, 30, 40 e 50 anos: como está a cabeça, o corpo e a vida em cada fase

Confira a matéria com participação do Dr. Eduardo Motta e da Dra. Claudia Gomes Padilla, na Revista Pais&Filhos do mês de julho sobre a diferença da gravidez aos 20, 30, 40 e 50 anos.

Clique nas imagens abaixo para ampliar e ler a matéria:

Revista Crescer (2)    Revista Crescer (3)      Revista Crescer (4)     Revista Crescer (5)

 

Dr. Eduardo Motta, diretor do Grupo Huntington.

Dr Eduardo Motta

Dra. Claudia Gomes Padilla, médica especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

Imagem4

 

Você sabe porque a idade da mulher é tão importante na fertilidade?

Hoje em dia fala-se muito do relógio bilógico, do envelhecimento dos óvulos, da idade em relação a tentar engravidar, mas você sabe por que isso acontece?

Innovation_073Nós mulheres não produzimos óvulos ao longo da vida. Quando ainda estamos lá no útero das nossas mães, nós temos a quantidade máxima de óvulos que ficará disponível para gastarmos durante nossa vida. A partir desse momento, ou seja, quando ainda somos um feto bem protegido no corpo da nossa mãe, começamos a gastar nossos óvulos. E gastamos da seguinte forma: todo o mês o ovário disponibiliza um lote de óvulos para gastarmos. Quando ainda somos criança, nenhum amadurece e no final do mês nós perdemos todo esse lote. A partir do momento em que já ficamos menstruadas, ou seja, já estamos na vida reprodutiva, um dos óvulos desse lote irá amadurecer e iremos libera-lo lá pela metade do ciclo menstrual, e isso chamamos de ovulação.

Se você tiver relação sexual nesse período e o óvulo encontrar com o espermatozoide, parabéns! Você está grávida!! Mas se por algum motivo eles não se encontrarem ou se você não tiver relação nesse período, você gasta aquele que ovulou e todos os outros que estavam disponíveis e não amadureceram.

Fazendo uma analogia bem simples, nosso ovário funciona como uma poupança. Porém se você gasta e não repõe um dia eles acabam. E esse “fim” tem o nome de menopausa e acontece geralmente entre os 45 e 50 anos da nossa vida. Bem, se nosso ovário que é onde os óvulos estão guardados só tem óvulos até mais ou menos os 45 anos, podemos pensar que sua “vida útil” é curta, considerando que hoje uma mulher vive até os 80, 90, 100 anos. Por isso a idade dos 35 anos é um marco na nossa vida reprodutiva, pois a partir dessa idade a qualidade dos óvulos começa a cair, sendo que após os 40 anos a qualidade e a quantidade caem drasticamente, sendo mais difícil engravidar tanto naturalmente quanto fazendo tratamento.

É lógico que existe uma variabilidade entre as mulheres, mas de uma forma geral é assim que todo processo acontece.

E aí entra uma dúvida muito comum que ouvimos no consultório: “Se eu congelar meus óvulos ou fizer uma fertilização in vitro, eu vou estar gastando meus óvulos mais rápido?”. A resposta é NÃO, pois estimulando seu ovário para que todos os óvulos daquele determinado mês do tratamento cresçam, nós só estaremos otimizando a resposta do seu ovário, ou seja, usando aqueles que você iria jogar fora naturalmente.

Espero que esse pequeno texto tenha ajudado a esclarecer algumas dúvidas comuns entre as mulheres. Qualquer dúvida nos procurem!

Dra. Melissa Cavagnoli, médica especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

Melissa

Ovulação: como saber se estou ovulando?

Com a observação do próprio corpo é possível estimar o período fértil, ótima medida para quem está querendo engravidar, por exemplo.

Período fértil pode ser resumido como o momento em que a mulher está mais propensa a engravidar. Isso porque é quando ocorre a ovulação, ou seja, o ovário libera um ou mais óvulos para serem fecundados.

Vale destacar que, caso a mulher esteja querendo engravidar, conhecer bem o seu corpo e cada fase do ciclo menstrual ajuda muito. Assim, ela saberá melhor quando costuma ovular e, portanto, quais são seus dias mais férteis.

Mas será que é possível a mulher saber que está mesmo ovulando? Fernanda Rodrigues, especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington, esclarece que, com a observação do próprio corpo, é possível estimar o momento da ovulação devido a alguns sinais sugestivos. “Porém, a ovulação só pode ser confirmada pela avaliação médica, que é realizada através de dosagens hormonais e ultrassom pélvico transvaginal”, diz.

Abaixo você confere quais são alguns dos sinais que indicam que a mulher está ovulando:

1. Desconforto abdominal

“Como a ovulação é o rompimento do folículo (bolsinha com líquido) para a liberação do óvulo (célula microscópica que está no interior do folículo), ocorre o extravazamento do conteúdo intrafolicular, acompanhado muitas vezes de um pequeno sangramento local. Esse líquido com sangue pode gerar desconforto quando chega ao abdômen”, explica Fernanda.

2. Alteração na temperatura basal

Temperatura corporal basal nada mais é do que a temperatura do corpo em repouso (ou seja, quando está dormindo). Para acompanhá-la você precisa simplesmente de um termômetro e de papel e lápis/caneta para anotar a temperatura. Deve medi-la todo dia, assim que despertar (antes de fazer qualquer outra atividade), preferencialmente, colocando o termômetro embaixo da língua.

Para interpretar é preciso saber que a temperatura basal deverá ser mais baixa durante as duas primeiras semanas do ciclo. Depois de ter ocorrido a ovulação (cerca de 24 a 72 horas depois), a temperatura do corpo eleva-se, mantendo-se elevada até a menstruação.

Trata-se de um método simples para avaliar a função ovulatória, de acordo com Fernanda. “Quando a ovulação ocorre, há um aumento da produção de progesterona pelo corpo lúteo, podendo provocar um aumento da temperatura basal em 0,2 a 0,5 graus dois a três dias depois da ovulação. Portanto, os ciclos ovulatórios estão geralmente associados com curvas de temperatura basal claramente bifásicas.”

“Assim, só é possível estimar que a paciente ovulou depois que a ovulação aconteceu. Porém, por vezes, é identificado um padrão, sendo possível estimar o período fértil nos próximos ciclos”, explica a especialista.

Dra. Fernanda Rodrigues, médica especialista em reprodução assistida do Grupo Huntington.

IMG_5212