Huntington traz o EmbryoScope® Plus para o mercado nacional

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Incubadora de última geração funciona com o sistema de vídeo Time-lapse, que permite observar o desenvolvimento embrionário em tempo real, sem a manipulação externa.

O Grupo Huntington, referência em reprodução humana no Brasil e na América Latina, acaba de trazer ao país, o primeiro aparelho de última geração com o sistema de monitoramento Time-lapse, que pode avaliar simultaneamente 240 embriões e fornecer imagens em tempo real de seu desenvolvimento. O EmbryoScope® Plus é uma incubadora de alta tecnologia que funciona gerando imagens a cada 10 minutos e permitindo avaliar com precisão padrões do crescimento embrionário, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Com este equipamento, a Huntington passa a ser a primeira clínica na América Latina a oferecer a tecnologia EmbryoScope® Plus, acompanhando uma tendência mundial nos principais laboratórios de reprodução assistida.

EMBRYOSCOPE

Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença na evolução embrionária. Com este novo equipamento, todo o processo de desenvolvimento é realizado sem a manipulação externa. O sistema de vídeo do Time-lapse possibilita que nossos embriologistas acompanhem de forma contínua e ao vivo, cada estágio de desenvolvimento, permitindo selecionar de forma mais adequada quais os embriões de melhor potencial para a transferência ao útero, no momento certo, o que pode proporcionar um ganho na Fertilização in vitro.

No modelo tradicional, a avaliação embrionária é realizada junto a um microscópio externo, necessitando retirar os embriões de seu cultivo junto a incubadora. Com o EmbryoScope® Plus, logo após a fertilização, os embriões se mantêm isolados, por todo o período de cultivo laboratorial, em um ambiente totalmente controlado por computador, que registra seu desenvolvimento, evitando que os embriões sejam retirados de seu correto ambiente.

O novo aparelho permite que os casais tenham acesso as primeiras imagens do embrião e todo processo de evolução poderá ser registrado e compartilhado com os pacientes.

Essa é mais uma iniciativa de pioneirismo e segurança para tornar possível a realização do seu sonho!

Palestra de Casais em Campinas – 07/11 às 19h30

Casais de Campinas e região saberão tudo sobre os  tratamentos de fertilidade, com as Dras. Dayana Couto e Flávia Torelli.

Dia 07 de Novembro nossa equipe médica e embriologistas apresentarão uma palestra no Hotel Vitória Concept, para esclarecer todas as dúvidas de quem quer engravidar ou está com alguma dificuldade.

Não perca essa oportunidade! Será um prazer tê-los com a gente.

FAÇA SUA INSCRIÇÃO AQUI.

Palestra Campinas - 07.11_Huntington

Quando devo procurar um especialista em reprodução humana?

Esta é uma dúvida muito comum entre as mulheres que já se consultam regularmente com o ginecologista. A resposta é: depende da idade.

Mulheres abaixo de 35 anos podem tentar engravidar por até 1 ano antes de procurar ajuda especializada. Recomendamos este período, pois não é todo mês que o corpo tem condições favoráveis para gerar a gravidez e há  tempo para esperar sem diminuir as chances de gravidez. No entanto, a partir dos 35 anos, a capacidade reprodutiva da mulher vai diminuindo progressivamente, por isso indicamos iniciar a investigação a partir de 6 meses de tentativas em casa.

Outra questão muito importante que devemos lembrar é que a partir dos 35 anos também devemos pensar em estratégias para preservar a fertilidade. Indicamos às mulheres que não tem pretensão de engravidar nos próximos 1 ou 2 anos procurar um especialista para congelar os óvulos, e assim ter liberdade de escolher o momento ideal para engravidar. Além disso, nos casos de pacientes com câncer, a estratégia de congelar os óvulos antes do tratamento de quimioterapia é de extrema importância.

Lívia Oliveira Munhoz

Dra. Lívia Munhoz Soares, médica especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.

Outubro Rosa: é possível ter filhos após o tratamento oncológico?

Texto publicado no site Bebe.com.br.

Para acessar a matéria clique na imagem a seguir.

Especialista esclarece quais alternativas as mulheres que enfrentam um câncer de mama podem recorrer para realizar o sonho da maternidade.

Descobrir um câncer é um momento muito sensível na vida de qualquer pessoa: planos e certezas de repente são substituídos por dúvidas e decisões a serem tomadas. Com relação ao câncer de mama, esse cenário pode se repetir por volta de 50 mil vezes por ano – número relativo aos novos casos da doença descobertos anualmente no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC).

Enquanto isso, atualmente, os diagnósticos têm sido feitos de maneira precoce e os tratamentos são cada vez mais eficazes. Assim, de 85 a 90% das pacientes jovens com essa patologia sobrevivem e, muitas delas, têm o sonho de ser mães. O que muitas não sabem é que os tratamentos oncológicos, como radio e quimioterapia, podem comprometer a qualidade dos óvulos ou até provocar uma menopausa precoce.

Felizmente, avanços na medicina nos permitem preservar a oportunidade de maternidade nessas mulheres em idade reprodutiva. O congelamento de óvulos é a técnica mais utilizada e o procedimento leva em torno de 10 a 15 dias para ser completado, pois a ovulação da mulher é induzida por meio de medicamentos e os óvulos precisam de alguns dias para amadurecer antes do congelamento. Caso a paciente já esteja em um relacionamento estável, ela pode fertilizar os óvulos logo que forem extraídos dos ovários e, assim, congelar os embriões formados.

Em uma situação em que a mulher precisa começar o tratamento com urgência, recomenda-se a criopreservação de tecido ovariano. O método também pode preservar a fertilidade de meninas que ainda não passaram pela puberdade e não podem ser estimuladas com hormônios.

Trata-se de um procedimento cirúrgico para a retirada de parte ou de um dos ovários, que leva até dois dias e possibilita um início mais rápido do tratamento oncológico. Os fragmentos do ovário são congelados por tempo indeterminado e, posteriormente, reimplantados no ovário remanescente da paciente quando for liberada pelo oncologista para tentar a gravidez. O tecido pode levar de três a quatro meses para recuperar suas funções hormonais e, depois, é possível ovular e tentar a concepção.

Além disso, as pacientes que porventura não conseguiram preservar a fertilidade antes dos tratamentos e ficaram inférteis também têm a possibilidade de conceber. É possível engravidar com óvulos doados, procedimento com 60% de chance de eficácia, uma vez que é realizado com células reprodutivas de uma mulher de até 35 anos de idade, segundo as regras do Conselho Federal de Medicina. Quanto mais jovem o óvulo, maior a probabilidade de se ter um filho.

Opções de tratamento não faltam, então o risco de infertilidade deve ser apresentado pelos médicos antes do início do tratamento. Mesmo em um momento delicado, as pacientes podem conquistar a possibilidade de escolher seu futuro reprodutivo, de ter ou não filhos.

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Dr. Maurício Chehin, médico especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.