Huntington traz o EmbryoScope® Plus para o mercado nacional

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Incubadora de última geração funciona com o sistema de vídeo Time-lapse, que permite observar o desenvolvimento embrionário em tempo real, sem a manipulação externa.

O Grupo Huntington, referência em reprodução humana no Brasil e na América Latina, acaba de trazer ao país, o primeiro aparelho de última geração com o sistema de monitoramento Time-lapse, que pode avaliar simultaneamente 240 embriões e fornecer imagens em tempo real de seu desenvolvimento. O EmbryoScope® Plus é uma incubadora de alta tecnologia que funciona gerando imagens a cada 10 minutos e permitindo avaliar com precisão padrões do crescimento embrionário, 24 horas por dia, sete dias por semana.

Com este equipamento, a Huntington passa a ser a primeira clínica na América Latina a oferecer a tecnologia EmbryoScope® Plus, acompanhando uma tendência mundial nos principais laboratórios de reprodução assistida.

EMBRYOSCOPE

Um pequeno detalhe pode fazer toda a diferença na evolução embrionária. Com este novo equipamento, todo o processo de desenvolvimento é realizado sem a manipulação externa. O sistema de vídeo do Time-lapse possibilita que nossos embriologistas acompanhem de forma contínua e ao vivo, cada estágio de desenvolvimento, permitindo selecionar de forma mais adequada quais os embriões de melhor potencial para a transferência ao útero, no momento certo, o que pode proporcionar um ganho na Fertilização in vitro.

No modelo tradicional, a avaliação embrionária é realizada junto a um microscópio externo, necessitando retirar os embriões de seu cultivo junto a incubadora. Com o EmbryoScope® Plus, logo após a fertilização, os embriões se mantêm isolados, por todo o período de cultivo laboratorial, em um ambiente totalmente controlado por computador, que registra seu desenvolvimento, evitando que os embriões sejam retirados de seu correto ambiente.

O novo aparelho permite que os casais tenham acesso as primeiras imagens do embrião e todo processo de evolução poderá ser registrado e compartilhado com os pacientes.

Essa é mais uma iniciativa de pioneirismo e segurança para tornar possível a realização do seu sonho!

A Huntington e o Outubro Rosa

O Outubro Rosa é o mês mundial de conscientização do câncer de mama.

O movimento que acontece durante todo o mês de Outubro, surgiu nos Estados Unidos, em 1990 para estimular a participação da sociedade na prevenção contra o câncer de mama. Hoje, ele é celebrado em diversos países, com o objetivo de chamar a atenção das mulheres para os riscos e a necessidade do diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo.

O grupo Huntington também faz parte desta corrente mundial que ganha mais adeptos a cada ano.

_MG_8286Durante o mês de outubro, todos os colaboradores do Grupo Huntington farão uma mobilização interna, utilizando o laço rosa no uniforme para alertar aos pacientes sobre a importância da campanha. Além disso, as unidades Huntington estarão iluminadas com a cor rosa.

Além da prevenção da doença, outro ponto muito importante é a conscientização sobre os efeitos dos tratamentos oncológicos na fertilidade.

Assim que a doença é diagnosticada, inicia-se o tratamento oncológico, que normalmente ocorre através de procedimentos com quimioterapia e radioterapia. Entretanto, além desses tratamentos combaterem as células cancerígenas, eles também afetam diretamente as células germinativas que dão origem a óvulos e espermatozoides, o que pode causar a infertilidade. Dessa forma, no caso de pacientes em idade reprodutiva que desejam engravidar após a cura da doença, suas chances podem ficar comprometidas.

Diante da informação de que tem se tornado mundialmente cada vez mais comum à incidência desses tipos de doenças em mulheres que estão em idade reprodutiva, é importante alertar a população feminina, e ressaltar que o médico oncologista deve manter um estreito diálogo com suas pacientes sobre todo o processo do tratamento, esclarecendo todos seus efeitos e indicando as possibilidades de preservação da fertilidade antes do início do tratamento.

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A Infertilidade e os aspectos emocionais para o casal

Texto publicado no Blog da Fertilidade á Maternidade.

Muitos casais se surpreendem com a dificuldade de engravidar naturalmente, pois a expectativa é que teriam um filho quando desejassem. A constatação da ausência de controle e a frustração deste desejo suscita uma gama variada de sentimentos, como tristeza, culpa, vergonha, revolta, entre outros. Afeta tanto as mulheres quanto os homens e traz repercussões na vida conjugal. Alguns casais vivenciam esta situação com uma maior união, mas outros apresentam divergências e conflitos por vezes difíceis de lidar.

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Ainda hoje, algumas mulheres consideram a maternidade parte da natureza feminina e se sentem estigmatizadas quando não conseguem realizá-la. Muitas mulheres se sentem incompletas, impotentes e inferiorizadas por não conseguirem engravidar naturalmente como “todas as mulheres”. O período em que se submetem à investigação do diagnóstico e tratamentos também é marcado por uma gama variada de sentimentos. Os tratamentos para engravidar representam uma chance e esperança de ter o filho desejado, mas é um processo desgastante física e emocionalmente. Ao final do tratamento, quando não ocorre a gravidez desejada, evidencia-se a tristeza pela perda do filho desejado. Esta reação está dentro do que é esperado, pois em cada procedimento, o investimento emocional é enorme.

Quando se sucedem insucessos dos tratamentos, pode-se desenvolver um estado depressivo pelas perdas vividas, pela constatação da ausência de controle, assim como a incerteza se conseguirão ter o filho desejado. Esta condição pode se estender por um período de tempo maior e com intensidade que traga repercussões à vida profissional, conjugal e social.

Algumas mulheres desistem de dar continuidade aos tratamentos porque se veem sem condições emocionais para lidarem com mais expectativas e eventuais frustrações. É de extrema importância diferenciar uma reação de tristeza esperada pelo insucesso de um tratamento de um quadro depressivo. Nem toda tristeza é depressão. O psicólogo é um profissional que pode ajudar os casais a lidarem com todas as questões emocionais relacionadas à infertilidade e tratamentos, assim como identificar a existência de um quadro depressivo ou de ansiedade que necessite de intervenção medicamentosa.

Esta pesquisa refere-se à incidência de depressão pós-parto em tratamentos de FIV (Fertilização In Vitro), concluindo que tais índices não diferem daqueles de mulheres que engravidaram naturalmente. Em minha prática clínica, o receio de desenvolver um quadro de depressão pós parto não é comum nas mulheres que fazem FIV. Apesar do sofrimento estar muito presente, está associado à infertilidade, aos insucessos dos tratamentos e repetidas frustrações do desejo de terem o filho desejado. Acreditam que com a gravidez e o nascimento do filho, tal sofrimento irá desaparecer. Como a FIV está muito difundida em nosso meio, os tabus a este tipo de tratamento tem sido pouco frequentes, de acordo com minha prática clínica. Algumas mulheres sofrem por necessitarem de ajuda médica para engravidar, especialmente por se perceberem abaladas em sua “potência”, menos pelo tabu associados aos tratamentos.

O receio de desenvolver um quadro de depressão pós parto está presente em mulheres que farão FIV utilizando óvulos doados, que não é a população referida neste estudo. Comumente este receio relaciona-se à dificuldade de aceitação da infertilidade e da utilização de óvulos de uma doadora. Nestes casos, o preparo psicológico é de extrema importância para prevenir problemas futuros.

Dra. Helena Loureiro Montagnini,  psicóloga do Grupo Huntington.