Outubro Rosa: é possível ter filhos após o tratamento oncológico?

Texto publicado no site Bebe.com.br.

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Especialista esclarece quais alternativas as mulheres que enfrentam um câncer de mama podem recorrer para realizar o sonho da maternidade.

Descobrir um câncer é um momento muito sensível na vida de qualquer pessoa: planos e certezas de repente são substituídos por dúvidas e decisões a serem tomadas. Com relação ao câncer de mama, esse cenário pode se repetir por volta de 50 mil vezes por ano – número relativo aos novos casos da doença descobertos anualmente no Brasil, segundo o Instituto Brasileiro de Controle do Câncer (IBCC).

Enquanto isso, atualmente, os diagnósticos têm sido feitos de maneira precoce e os tratamentos são cada vez mais eficazes. Assim, de 85 a 90% das pacientes jovens com essa patologia sobrevivem e, muitas delas, têm o sonho de ser mães. O que muitas não sabem é que os tratamentos oncológicos, como radio e quimioterapia, podem comprometer a qualidade dos óvulos ou até provocar uma menopausa precoce.

Felizmente, avanços na medicina nos permitem preservar a oportunidade de maternidade nessas mulheres em idade reprodutiva. O congelamento de óvulos é a técnica mais utilizada e o procedimento leva em torno de 10 a 15 dias para ser completado, pois a ovulação da mulher é induzida por meio de medicamentos e os óvulos precisam de alguns dias para amadurecer antes do congelamento. Caso a paciente já esteja em um relacionamento estável, ela pode fertilizar os óvulos logo que forem extraídos dos ovários e, assim, congelar os embriões formados.

Em uma situação em que a mulher precisa começar o tratamento com urgência, recomenda-se a criopreservação de tecido ovariano. O método também pode preservar a fertilidade de meninas que ainda não passaram pela puberdade e não podem ser estimuladas com hormônios.

Trata-se de um procedimento cirúrgico para a retirada de parte ou de um dos ovários, que leva até dois dias e possibilita um início mais rápido do tratamento oncológico. Os fragmentos do ovário são congelados por tempo indeterminado e, posteriormente, reimplantados no ovário remanescente da paciente quando for liberada pelo oncologista para tentar a gravidez. O tecido pode levar de três a quatro meses para recuperar suas funções hormonais e, depois, é possível ovular e tentar a concepção.

Além disso, as pacientes que porventura não conseguiram preservar a fertilidade antes dos tratamentos e ficaram inférteis também têm a possibilidade de conceber. É possível engravidar com óvulos doados, procedimento com 60% de chance de eficácia, uma vez que é realizado com células reprodutivas de uma mulher de até 35 anos de idade, segundo as regras do Conselho Federal de Medicina. Quanto mais jovem o óvulo, maior a probabilidade de se ter um filho.

Opções de tratamento não faltam, então o risco de infertilidade deve ser apresentado pelos médicos antes do início do tratamento. Mesmo em um momento delicado, as pacientes podem conquistar a possibilidade de escolher seu futuro reprodutivo, de ter ou não filhos.

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Dr. Maurício Chehin, médico especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.

Outubro Rosa – Alerta para o diagnóstico de câncer de mama no Domingão do Faustão

Nossa médica, Dra. Michele Panzan, alerta para o diagnóstico de câncer de mama no Domingão do Faustão.

Clique na imagem abaixo e assista:

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Além da prevenção da doença, outro ponto muito importante é a conscientização sobre os efeitos dos tratamentos oncológicos na fertilidade.

Assim que a doença é diagnosticada, inicia-se o tratamento oncológico, que normalmente ocorre através de procedimentos com quimioterapia e radioterapia. Entretanto, além desses tratamentos combaterem as células cancerígenas, eles também afetam diretamente as células germinativas que dão origem a óvulos e espermatozoides, o que pode causar a infertilidade. Dessa forma, no caso de pacientes em idade reprodutiva que desejam engravidar após a cura da doença, suas chances podem ficar comprometidas.

Diante da informação de que tem se tornado mundialmente cada vez mais comum à incidência desses tipos de doenças em mulheres que estão em idade reprodutiva, é importante alertar a população feminina, e ressaltar que o médico oncologista deve manter um estreito diálogo com suas pacientes sobre todo o processo do tratamento, esclarecendo todos seus efeitos e indicando as possibilidades de preservação da fertilidade antes do início do tratamento.

Saiba mais sobre o assunto clicando aqui.

Dra. Michele Quaranta Panzan

Dra. Michele Panzan, médica especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.

A Huntington e o Outubro Rosa

O Outubro Rosa é o mês mundial de conscientização do câncer de mama.

O movimento que acontece durante todo o mês de Outubro, surgiu nos Estados Unidos, em 1990 para estimular a participação da sociedade na prevenção contra o câncer de mama. Hoje, ele é celebrado em diversos países, com o objetivo de chamar a atenção das mulheres para os riscos e a necessidade do diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo.

O grupo Huntington também faz parte desta corrente mundial que ganha mais adeptos a cada ano.

_MG_8286Durante o mês de outubro, todos os colaboradores do Grupo Huntington farão uma mobilização interna, utilizando o laço rosa no uniforme para alertar aos pacientes sobre a importância da campanha. Além disso, as unidades Huntington estarão iluminadas com a cor rosa.

Além da prevenção da doença, outro ponto muito importante é a conscientização sobre os efeitos dos tratamentos oncológicos na fertilidade.

Assim que a doença é diagnosticada, inicia-se o tratamento oncológico, que normalmente ocorre através de procedimentos com quimioterapia e radioterapia. Entretanto, além desses tratamentos combaterem as células cancerígenas, eles também afetam diretamente as células germinativas que dão origem a óvulos e espermatozoides, o que pode causar a infertilidade. Dessa forma, no caso de pacientes em idade reprodutiva que desejam engravidar após a cura da doença, suas chances podem ficar comprometidas.

Diante da informação de que tem se tornado mundialmente cada vez mais comum à incidência desses tipos de doenças em mulheres que estão em idade reprodutiva, é importante alertar a população feminina, e ressaltar que o médico oncologista deve manter um estreito diálogo com suas pacientes sobre todo o processo do tratamento, esclarecendo todos seus efeitos e indicando as possibilidades de preservação da fertilidade antes do início do tratamento.

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Palestra de Casais em Bragança Paulista – 24/08 às 19h30

Casais de Bragança Paulista e região saberão tudo sobre os  tratamentos de fertilidade, com as Dras. Dayana Couto e Flávia Torelli.

Dia 24 de agosto nossa equipe médica e embriologistas apresentarão uma palestra no Hotel Villa Santo Agostinho, para esclarecer todas as dúvidas de quem quer engravidar ou está com alguma dificuldade.

Não perca essa oportunidade! Será um prazer tê-los com a gente.

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