Participe do 2º Congresso Internacional Huntington de Reprodução Humana

Em sua 2ª edição, o Congresso Internacional Huntington de Reprodução Humana, reunirá renomados pesquisadores e especialistas em medicina reprodutiva de todo o mundo para compartilhar os mais recentes avanços na investigação, diagnóstico e tratamento da infertilidade.

O congresso será realizado nos dias 26 e 27 de maio, no Tivoli Mofarrej Hotel, em São Paulo. As inscrições já estão abertas!

Acesse www.huntington.com.br/congresso2017 e participe!

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2016 ASRM Star Award

Os diretores do Grupo Huntington, Drs. Eduardo L. A. Motta e Paulo Cesar Serafini, receberam uma homenagem no ASRM 2016 (Americam Society for Reproductive Medicine), em Salt Lake City, por suas contribuições como estudiosos na área.

O 2016 ASRM Star Award, homenageou membros da sociedade que apresentaram durante, pelo menos, nove encontros consecutivos do ASRM (2006-2015), trabalhos, pôsteres e apresentações orais que contribuíram para os avanços da medicina reprodutiva. Esse é um trabalho realizado por toda equipe do grupo Huntington. Parabéns a todos pela dedicação e estudos que contribuem para os avanços na investigação, diagnóstico e tratamento da infertilidade.

Acesse neste link http://bit.ly/2eAq4NL os nomes dos membros homenageados.

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Equipe Huntington no ASRM 2016

O ASRM – The American Society for Reproductive Medicine, foi realizado em Salt Lake City, Utah, USA. O encontro reuniu os principais especialistas do mundo que apresentaram novos trabalhos e pesquisas realizadas para os avanços da reprodução assistida. Durante o evento, a equipe do Grupo Huntington reuniu-se com a equipe do Grupo Eugin.

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A Huntington e o Outubro Rosa

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O Outubro Rosa é o mês mundial da conscientização do câncer de mama.

O movimento que dura todo o mês, apresenta para as mulheres os riscos e a necessidade do diagnóstico precoce deste tipo de câncer, que é o segundo mais recorrente no mundo.

O Grupo Huntington faz parte desta campanha mundial de alerta sobre a doença, e mobiliza sua equipe. Durante o mês de outubro seus colaboradores farão uma mobilização interna, utilizando o laço rosa no uniforme para alertar aos pacientes sobre a importância da campanha. Além disso, as unidades Huntington estarão iluminadas com a cor rosa.

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O que é câncer de mama?

O câncer de mama é tipo de câncer mais comum entre as mulheres, pouco frequente nos homens. Como o próprio nome diz, o câncer de mama afeta diretamente as mamas, que são glândulas formadas por lobos, que se dividem em estruturas menores chamadas lóbulos e ductos mamários.

Hoje, quando diagnosticado precocemente, as chances de cura chegam a 90% dos casos, um avanço muito importante na medicina. Algumas mulheres podem desenvolver o câncer de mama com menos de 35 anos, faixa etária em que aquelas preocupadas com a carreira e relacionamento ainda não começaram um projeto de construir uma família.

Especialistas orientam sobre a importância de toda mulher realizar pelo menos uma mamografia por ano a partir dos 40 anos.

Sintomas

O câncer de mama pode ser percebido em fases iniciais, na maioria dos casos, por meio de nódulos nos seios, secreção de sangue pelos mamilos e alterações no formato ou textura do mamilo ou do seio. O nódulo está presente em cerca de 90% dos casos quando o câncer é percebido pela própria paciente.

Diagnóstico

O exame que deve ser priorizado entre as mulheres é sempre o autoxame, ou seja, exame físico. O câncer de mama é uma doença séria, mas com grandes chances de cura. O diagnóstico de câncer de mama pode ser realizado através de uma biópsia da área suspeita, caso exista alguma alteração suspeita.

Quando a paciente ou o médico suspeitam de alterações no autoexame, geralmente são solicitados exames complementares como mamografia, ou ultrassom das mamas. Durante a mamografia, mulheres sem alterações no exame clínico podem ter alterações detectadas neste momento. O ultrassom das mamas pode servir de complemento à mamografia, pois ajuda a diferenciar cistos de nódulos.

A ressonância magnética é recomendada para o rastreamento apenas em populações de alto risco, como pacientes com uma história familiar confirmada ou suspeita, pacientes sabidamente predispostas geneticamente ao câncer ou pacientes que já tiveram um primeiro câncer de mama.

Nas pacientes com alto risco da doença, como histórico familiar ou genético, alguns especialistas recomendam o início do rastreamento a partir dos 30 anos de idade.

Autoexame

 O autoexame permite perceber alterações nas mamas. É muito importante lembrar que o autoexame das mamas não substitui a consulta de rotina que deve ser feita ao mastologista.

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Fontes: Mulher Consciente, Oncoguia, IBCC.