Palestra de Casais em Bragança Paulista – 24/08 às 19h30

Casais de Bragança Paulista e região saberão tudo sobre os  tratamentos de fertilidade, com as Dras. Dayana Couto e Flávia Torelli.

Dia 24 de agosto nossa equipe médica e embriologistas apresentarão uma palestra no Hotel Villa Santo Agostinho, para esclarecer todas as dúvidas de quem quer engravidar ou está com alguma dificuldade.

Não perca essa oportunidade! Será um prazer tê-los com a gente.

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Congelamento de óvulos deve ser feito até os 35 anos: entenda como funciona

Matéria publicada no portal UOL Estilo, com participação da Dra. Thais Domingues, médica especialista em reprodução assistida do grupo Huntington.

Adiar a gravidez é uma realidade cada vez mais comum às mulheres. Nos últimos 16 anos, o Brasil viu crescer em 27% o número de gestantes com mais de 40 anos, segundo o IBGE. Muitas delas recorrem ao congelamento de óvulos.

Saiba mais sobre o assunto clicando aqui.

Thais Domingues

Dra. Thais Domingues, médica especialista em reprodução assistido da grupo Huntington.

Congelamento de óvulos: ético e libertário

Confira a matéria veiculada no programa Saia Justa do canal GNT, com participação do Dr. Eduardo Motta, sócio-diretor do grupo Huntington.

Clique na imagem abaixo e assista.

Dr. Eduardo

Muitas mulheres chegam ao fim dos 40 anos sem ter tido filhos, por falta de oportunidade ou contexto afetivo. Mas o desejo está lá. Nestes casos, muitas decidem congelar os óvulos. O procedimento é uma segurança para se no futuro quiserem fazer uma inseminação.

As técnicas de reprodução utilizadas em uma produção independente

Texto publicado no portal Bebe.com.

O médico Mauricio Chehin, do Grupo Huntington Medicina Reprodutiva, esclarece questões cruciais para auxiliá-la a realizar o sonho da maternidade.

Antes da Páscoa, as redes sociais pipocaram com fotos de Karina Bacchi em sua 22ª semana de gestação. O bebê é fruto de uma fertilização in vitro e de uma gravidez tardia: a modelo realizou o sonho de ser mãe aos 40 anos de idade. Isso une duas tendências: além das mulheres estarem postergando cada vez mais os planos de ter um filho, esse processo também tem dependido cada vez menos de se ter um parceiro.

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Segundo pesquisa do Instituto Data Popular de 2015, das 67 milhões de mães brasileiras, 31% não são casadas, como também é o caso da atriz e de muitas mulheres  que procuraram pela técnica de reprodução assistida. A produção independente tem sido, de forma crescente, uma escolha consciente da mulher moderna.

E, embora existam outros modelos familiares possíveis, existe uma questão concomitante a esse panorama. A fertilidade feminina declina fortemente após os 35 anos de idade. Neste contexto, a indicação é procurar um profissional especializado, para a paciente entender e escolher a melhor maneira de se preservar a fertilidade.

Na prática, a forma mais eficaz da mulher conceber em situações de produção independente é por meio da fertilização in vitro (FIV), em que a fecundação é feita em laboratório e depois o embrião é transferido para o útero materno. No caso das chamadas mães solo, existem procedimentos que complementam a FIV e auxiliam a independência da mulher na maternidade.

Congelamento de óvulos

A técnica é ideal para as mulheres que postergam a gravidez e querem tê-la com os próprios óvulos. O caso da atriz também é este e a fertilização foi feita com os óvulos congelados quando ela tinha 35 anos, idade limite para garantir a qualidade deles. A partir deste ponto, as chances de engravidar caem para cerca de 30%, segundo a Associação Brasileira de Reprodução Assistida (SBRA). Isso porque, até os 32 anos, chega a ser de até 60%.

Banco de espermatozoides

Essa é a alternativa para a produção independente e também foi pelo que Karina optou. Para isso, existem bancos nacionais e internacionais, nos quais há uma descrição mais completa das características do doador, cuja identidade sempre deve ser mantida anônima. Na ocasião, o pai biológico não participa das decisões e não exerce seu papel na futura família.

Doação de óvulos (ovodoação)

Outro procedimento contempla também quem não tem óvulos saudáveis. As mulheres podem recorrer à ovodoação e, neste caso, as identidades de doadora e receptora também são anônimas. A doadora também não tem participação na nova configuração familiar. As três alternativas, aliadas a qualquer tipo de tratamento, devem ser escolhidas caso a caso, dependendo das necessidades e da saúde da futura mãe. O papel da reprodução assistida nesse processo é colocar a ciência a serviço da autonomia da mulher, enquanto dona de seu corpo e protagonista de sua maternidade.

Dr. Maurício Chehin.

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