#TrintouCongelou

A medicina reprodutiva ajudando a fazer dos sonhos a vida.

A mulher ou casal que enfrenta problemas de fertilidade tem à disposição a técnica da Fertilização In Vitro (FIV). O mais conhecido dos tratamentos de fertilidade tem algumas etapas. Desde a estimulação ovariana, a coleta de óvulos e sêmen, a fecundação e cultivo do embrião no laboratório de embriologia até o momento da sua transferência para o útero, no Grupo Huntington/Pró-Criar, todas as etapas são realizadas por profissionais altamente capacitados, infraestrutura e tecnologia de ponta. Tudo isso com atendimento humanizado e personalizado para cada caso.

A FIV também é a etapa final para a mulher que congelou seus óvulos anos atrás, ou para aquela que optou pela ovodoação.
Quer saber mais sobre este e outros tratamentos? Acesse www.huntington.com.br.

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Não consigo engravidar: por que?

Você vive se perguntando “por que não consigo engravidar”?

Bom, saiba que engravidar nem sempre é algo simples e fácil! A prova disso, é que segundo a Organização Mundial de Saúde (OMS), 15% dos casais em idade reprodutiva são afetados pela infertilidade.

Antes, sempre relacionavam a infertilidade a algum problema no sistema reprodutor feminino. Hoje, temos a clareza de que isso também está associado à saúde reprodutiva masculina.

Mas, afinal, porque pode ser tão difícil engravidar? Para responder a esta pergunta, continue a leitura!

Abordaremos aqui as principais causas que dificultam a concepção e o que pode ser feito para solucionar este problema.

“Por que não consigo engravidar?”: principais causas para o problema

 Infelizmente, não é tão simples responder essa pergunta, por diversos motivos.

Muitas vezes, até mesmo o estilo de vida pode estar impactando negativamente a saúde reprodutiva do casal, embora na maioria das vezes alguma doença ou distúrbio está atrasando o sonho de aumentar a família.

Bom, já que estamos buscando a resposta para esta pergunta, vamos conhecer as causas mais comuns para a infertilidade.

Quais são as causas mais comuns para a infertilidade?

A infertilidade é considerada quando um casal tenta engravidar por mais de um ano sem sucesso. Se a mulher tiver mais de 35 anos, esse tempo cai pela metade.

Segundo a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), em 35% dos casos de infertilidade o motivo está em alguma disfunção no sistema reprodutor feminino, em 35% no masculino e em 20% parte dos dois lados. Em cerca de 10% dos casos não se encontra uma causa aparente para a dificuldade de engravidar.

Portanto, a pergunta “porque não consigo engravidar” não deve ser feita apenas pela mulher, e, diante de problemas na concepção, ambos precisam procurar ajuda médica para entender os motivos.

Vamos, agora, conhecer as principais causas de infertilidade masculina e feminina.

Principais causas de infertilidade masculina

No ano passado, a bióloga Anne Ropelle publicou um estudo que mostrava como a saúde reprodutiva do homem piorou drasticamente nos últimos anos.

Ela avaliou amostras de sêmen colhidos entre 1989 e 2016. A quantidade de gametas saudáveis, ou seja, sem deformações e aptos a fertilizar um óvulo, caiu de 37% para apenas 3%!

Segundo a Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, a grande ameaça aos espermatozoides reside na obesidade, já que o excesso de tecido adiposo está relacionada a menor produção de testosterona, hormônio fundamental na produção de gametas.

Outros fatores de risco relacionados ao estilo de vida são o abuso de drogas como álcool, uso de anabolizantes, tabagismo, o uso de medicamentos como Finasterida e até a prática de colocar o celular no bolso da frente da calça.

Algumas doenças e distúrbios também podem influenciar, por exemplo:

  • Variocele;

  • Criptorquidia- ausência dos testículos na bolsa escrotal;

  • Síndromes endócrinas como Síndrome de Kallman e Síndrome de Prader-Willi;

  • Infecções Sexualmente Transmissíveis (IST’s).

Principais causas de fertilidade feminina

Segundo levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), as mulheres brasileiras preferem ter filhos depois dos 30.

Esse dado por si só já responde parte da pergunta “por que não consigo engravidar”. Além da idade, a obesidade, o tabagismo e o uso de drogas impactam negativamente a saúde reprodutiva da mulher.

Há, também, doenças que podem influenciar este quadro:

O que fazer para solucionar o problema

Para muitos casais, ter filhos é um sonho, um objetivo de vida.

Todo o planejamento financeiro e pessoal está voltado para isso, porém, muitas vezes, encontram dificuldades no caminho.

Esse período de insucesso na concepção pode ser fonte de ansiedade e angústia para estes casais, mas saibam que a medicina reprodutiva está muito avançada e conta com técnicas e tratamentos que não existiam antigamente e que conseguem ajudar a maioria dos casais a realizar este donho.

Portanto, existe esperança!

Quer descobrir os principais tratamentos para infertilidade? Continue a leitura!

Quais são os principais tratamentos para quem não consegue engravidar

Se o casal, ou a mulher que deseja ser mãe solo, ainda não conseguiu engravidar, não quer dizer que isso nunca vai acontecer.

Segundo dados fornecidos pela União Europeia, 15% dos casais afetados pela infertilidade procuram tratamento e desse número, 95% tem sucesso no tratamento.

Vamos conhecer agora as abordagens mais utilizadas para tratar a infertilidade.

Indução da ovulação

Esta abordagem tem como objetivo aumentar o número de óvulos liberados no período fértil da mulher, aumentando então, as chances de concepção.

Para isso, ocorre uma estimulação hormonal ovariana e acompanhamento do dia exato da ovulação com ultrassom transvaginal seriado.

Inseminação uterina

O tratamento consiste na inserção dos espermatozoides no útero por meio de um cateter, no dia da ovulação.

Este método é pouco invasivo e o embrião é formado por meio da concepção natural dentro das trompas uterinas e se desenvolverá integralmente dentro do corpo da mãe.

Fertilização In Vitro (FIV)

Neste procedimento, os óvulos são removidos do ovário por aspiração transvaginal, os espermatozoides são coletados e a fecundação ocorre fora do corpo da mulher, em laboratório.

Feito isso, os embriões formados são implantados no útero da mulher e, posteriormente, serão feitos exames para conferir se o procedimento teve sucesso.

Conclusão

Como apresentamos, a resposta para a pergunta “por que não consigo engravidar” não é tão simples assim, já que essa dificuldade  pode residir em diferentes fatores.

Se você está passando por isso, não desanime!

Atualmente o casal pode contar com o apoio da medicina reprodutiva que em grande parte das vezes é bem-sucedida.

Quer saber mais sobre assuntos assim? Assine a nossa newsletter e fique por dentro de tudo!

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Congelamento de óvulos: para quem é ideal?

O congelamento de óvulos é uma grande conquista para mulheres que desejam engravidar futuramente, mas entendem que a idade pode ser um fator impeditivo para realizar esse desejo.

A técnica permite que elas possam escolher quando e em que condições engravidar. Além disso, também possibilita que casais homoafetivos e mães solo gerem uma criança.

Trata-se de um grande avanço na área médica, mas o tema ainda pode gerar dúvidas!

Você tem interesse em desvendar este assunto? Então, continue a leitura!

Neste artigo, vamos falar sobre este método, para quem é indicado, como ele é feito e qual a sua importância para as mulheres!

Congelamento de óvulos: o que é, para quem é indicado e como é feito

O congelamento de óvulos é indicado para todas as mulheres que desejam adiar a gravidez.

Neste procedimento, os óvulos são coletados diretamente do ovário e submetidos ao processo de vitrificação, uma técnica que preserva a qualidade morfológica e do material genético do óvulo e permite que ele seja utilizado posteriormente por meio da fertilização in vitro.

Para quem é indicada a intervenção?

Geralmente, a técnica de congelamento é indicada para mulheres com mais de 30 anos e que não têm intenção de engravidar antes dos 35. Isso garante que os óvulos fiquem preservados com a mesma qualidade de quando foram coletados e possam ser usados mais à frente com as mesmas chances de gravidez da idade em que a mulher os congelou.

Vale ressaltar que, quanto mais jovem a mulher for, melhor será a saúde de seus óvulos, o que facilitará a gravidez no momento propício.
Além disso, é importante que a mulher saiba que ela precisará realizar um tratamento de estimulação hormonal da ovulação. É necessário também o acompanhamento com ultrassom da produção dos óvulos pelo organismo e isso requer disponibilidade de tempo.

Inclusive, isso aponta para a necessidade de o tratamento ser realizado por um médico competente e em uma clínica de confiança!

Como é feito o congelamento de óvulos?

Antes do procedimento, a mulher é submetida a alguns exames para avaliar sua saúde e sua reserva ovariana, que é a quantidade de óvulos nos ovários.
O ovário amadurece e libera apenas um óvulo por mês.
Assim, para o congelamento de óvulos, é necessário fazer a indução da ovulação, que consiste na estimulação hormonal dos ovários o que permite que vários óvulos sejam produzidos em um só ciclo menstrual.
Este procedimento é feito utilizando medicamentos injetáveis conhecidos como gonadotrofinas. Elas são aplicadas de 10 a 12 dias antes da captação dos óvulos, são fáceis de manusear e as aplicações podem ser feitas pela própria paciente em sua casa!

Em torno no 12º dia de administração do medicamento, é realizada a captação dos óvulos. A intervenção é feita com a mulher sedada e, com uma agulha acoplada em um aparelho de ultrassom endovaginal, os óvulos são coletados através da vagina.
Por fim, um embriologista irá avaliar a qualidade dos óvulos e os que estiverem maduros e adequados para fertilização no futuro, serão congelados.
O congelamento é feito através da submersão dos óvulos em nitrogênio líquido que reduz a temperatura a 196° negativos em poucos minutos!

Congelamento de óvulos e o empoderamento feminino

Algumas décadas atrás, as mulheres tinham filhos muito cedo, logo, a preocupação com a idade para engravidar era pouca, na verdade, quase não existia.
Porém, muitas foram as conquistas femininas nos últimos anos e hoje as mulheres buscam seus objetivos profissionais e acadêmicos antes de considerar constituir uma família.

Dessa forma, o congelamento de óvulos aproxima as mulheres da igualdade em relação aos homens neste assunto.

Agora, elas podem escolher quando gerar uma criança, contrariando a questão biológica que diz que elas só são férteis até os 40 anos (e, mesmo assim, com dificuldade de engravidar de formas naturais).

A vontade de ser mãe pode surgir mais tarde, ou nem surgir, mas é importante que a mulher tenha a opção de escolher! É muito importante também lembrar que o congelamento de óvulos não garante a gestação futura e sim aumenta as chances futuras da gravidez ocorrer. Por exemplo uma mulher que congelar seus óvulos aos 30 anos terá as mesmas chances de gravidez se tentar engravidar utilizando estes óvulos no futuro quando tiver 40 anos.

Perguntas frequentes sobre congelamento de óvulos

Separamos aqui algumas perguntas frequentes a respeito da intervenção.

1. O congelamento diminui a qualidade dos óvulos para a fertilização?

Não se os óvulos forem de boa qualidade. A utilização deste método não diminui a possibilidade de fertilização dos óvulos, porém óvulos de menor qualidade podem ser mais sensíveis e não sobreviverem ao descongelamento.

2. Os óvulos possuem “data de validade”?

Não. Eles poderão ser descongelados e implantados no útero quando a mulher quiser. Entretanto, o Conselho Federal de Medicina defende que eles devem ser usados até que a mulher complete 50 anos, pois, após essa idade, os riscos de complicações na gestação aumentam podem trazer problemas tanto para a mulher como para o bebê.

Você gostou deste artigo? Tem interesse no assunto e quer saber mais sobre o congelamento de óvulos?
Agende agora um horário na Clínica Huntington e nos faça uma visita. Vamos adorar recebê-la para sanar todas as suas dúvidas!
Nossos contatos são:
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Novembro Azul

O diagnóstico do câncer de próstata pode influenciar diretamente na fertilidade do homem. Apesar de haver vários casos em que somente o acompanhamento clínico é necessário, há pacientes que precisam tratar a doença com procedimentos que podem prejudicar sua fertilidade, como quimioterapia ou radioterapia.

Por isso, é importante buscar a ajuda especializada da Oncofertilidade antes
de passar por esses procedimentos, para ajudar a manter suas chances de ter filhos no futuro. Conheça os serviços do Grupo Huntington/Pró-Criar e de que forma podemos te ajudar, acessando nosso site www.huntington.com.br.

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